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EBV-30 área de peso livre e crossfit

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O estrado de borracha para academia Vedovati é um excelente piso de borracha para peso livre, crossfit, musculação e levantamento de pesos.
Piso para academia
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Para maior conforto e segurança para seu amigo, você precisa de um piso de borracha para cães que seja projetado para suprir tais necessidades.
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EBV-30 Estrado de Borracha Vedovati para baias de cavalos

Cavalos

O EBV-30 é a cama de borracha utilizada com sucesso desde 1997 em baias de cavalos mangalarga, mangalarga marchador, quarto de milha, paint horse, crioulo, árabe, campolina, lusitano, pampa entre outros.
Piso para cavalos
HD-15 EL piso de borracha para lavadores de animais

Bovinos

Com o HD-15 EL em sua sala de ordenha, você proporciona maior conforto ao seu rebanho leiteiro, protegendo os cascos e evitando acidentes.
Piso para ordenha

VEJA A OPINIÃO DOS NOSSOS CLIENTES

  • Flávia de Oliveira Franca Marques
    Gostaria de lhe informar o quanto fiquei satisfeita com o produto adquirido, EBV-30 Estrado de Borracha Vedovati com furos, para o Joca. Na ocasião o Joca tinha retirado água do cotovelo, ele melhorou e nunca mais deu calos. Informe aos clientes. Tem muita gente que sofre com esse problema, cães de grande porte pesados dão calos devido ao atrito pele superfície dura. o Estrado de Borracha Vedovati é ideal. É a cama do Joca. Ele se sente super confortável, obrigada por nos ajudar.
    Flávia de Oliveira Franca Marques
    Proprietária do Joca, um labrador que tinha problemas de calos/higroma canino.
  • Ayrton Passaroti Dias de Oliveira
    A instalação do estrado de borracha Vedovati na Academia Smart Fit unidade Consolação 2 ficou muito bom, muito bom mesmo, o barulho parou, não tem mais barulho, a vizinha que reclamava também já veio falar que parou e que não escuta mais nada.
  • Drª Médica Veterinária Ana Lúcia C. Paes
    Os pisos de borracha Vedovati são excelentes opções para clínicas e hospitais veterinários. A clínica Mundo Pet de Presidente Prudente implantou o produto e a Drª Médica Veterinária Ana Lúcia C. Paes contou como esse revestimento melhorou a qualidade do atendimento aos animais.   Por que escolheu os estrados de borracha ao invés das camas tradicionais? Fiz uma pesquisa de campo antes da inauguração da clínica, pela qual pude verificar as vantagens do estrado de borracha na qualidade de vida do animal. E quais seriam essas vantagens? O estrado de borracha impede que o  animal fique encostado diretamente no chão da baia, o que evita problemas de pelagem e nas articulações. A higienização das baias melhorou com a instalação dos estrados? Sim, é muito fácil de limpar. Com o estrado de borracha não é poroso, também evita a penetração do produto utilizado na desinfecção das baias, garantindo sua ação e eficiência. De que forma os estrados de borracha auxiliam nos resultados cirúrgicos? Durante a cirurgia, evita que os animais fiquem em contato com a superfície dura da mesa e oferece mais conforto e qualidade para que ele fique deitado.   Quando os animais saem da cirurgia, vão para a baia e o estrado ajuda na reabilitação, porque impede o contato com o chão e a umidade e mantém o local aquecido.
    Drª Médica Veterinária Ana Lúcia C. Paes
    Clínica Mundo Pet
  • Marcelo Bertoldo Motta
    Instalei o piso emborrachado da Vedovati Pisos em fevereiro de 2018 na cocheira da égua que tenho aqui no Parque de Exposições em São João da Boa Vista, São Paulo. Até o momento, estou muito satisfeito, porque essa égua urina muito e, antes, eu tinha que trocar a maravalha que usava como cama a cada quatro dias. O piso foi a solução para esse problema. É muito prático, excelente e fácil de limpar. Além do produto, também estou muito satisfeito com o atendimento, porque vocês foram muito prestativos e estou vendo que o pós-venda também é excelente, até me perguntaram se eu estou satisfeito com o piso e estou dando a resposta: o piso de vocês é excelente, amortece o impacto sem deformar. A gente percebe ao pisarmos ou vermos o animal pisar nele. A égua está dormindo deitada, então acredito que o piso seja muito confortável já que se não fosse, ela não estaria deitando. Muito bom o produto de vocês, estou muito satisfeito. Obrigado! Clique e ouça o depoimento
    Marcelo Bertoldo Motta
    Usando estrado de borracha Vedovati na baia do seu cavalo desde fevereiro de 2018
  • Vedovati Pisos raças-de-cavalos-85x85
    Entre outras vantagens, o estrado de borracha proporciona mais higiene e conforto aos animais. Ele permite o controle da temperatura do piso da baia (que fica mais elevada com o estrado de borracha) e isso evita processos pneumônicos além de: desgastes de casco, problemas no sistema locomotor (causados também pelo atrito com o solo), escaras (doença que provoca queda de pelo e deixa a pele do animal ferida, quando ele fica deitado por muito tempo); reduz o risco de infecção.O estrado de borracha evita problemas secundários decorrentes do piso de cimento ou cama convencional, permitindo controle da poeira, temperatura e umidade do piso, o que evita o agravamento de processos respiratórios, além de reduzir laminites e escaras provenientes do decúbito, os estrados de borracha foram instalados em todas as baias para grandes animais do hospital veterinário em 1998.
    Ex-coordenador de medicina veterinária da UNOESTE
  • Vedovati Pisos competiC3A7C3A3o-mangalarga-marchador-1-85x85
    Sou o maior fã dos pisos Vedovati, utilizo em minhas baias há três anos. O piso além de ser super higiênico é de uma praticidade incrível e ajuda a ter animais saudáveis. É cômoda como cama para o cavalo ao deitar, é confortável quando o animal está em pé, é de fácil manutenção, os tratadores do Haras adoram trabalhar com esse piso, e com relação ao custo, é bem menor que a cama tradicional, estão perfeitas ainda.
    Criador de cavalos da raça Mangalarga
  • Vedovati Pisos Rio-Negro-Solimões-06-08-2017-Sumaré-showscampinas-85x85
    José Divino Neves, o Rio Negro, da dupla sertaneja “Rio Negro e Solimões” usa o EBV – Estrado de Borracha Vedovti desde 2002 nas baias da Fazenda Rio Negro, situada em Franca, SP. Inicialmente comprou para duas baias e depois foi aumentando na medida que a criação cresceu. Ele diz que com o estrado os 15 cavalos da raça quarto de milha ficam com os cascos mais saudáveis e não correm o risco de adquirirem doenças respiratórias. Isso porque os pisos de borracha não têm nenhuma destas contra-indicações. Eles garantem uma manutenção rápida, segura e eficiente, além da facilidade de não precisar sair correndo atrás das ultrapassadas camas de serragem.“Faz bem para o animal e para o nosso bolso. O trem é bom demais gente!”, fala o mineiro que nasceu em “Claraval”, MG, e há dezoito anos conquista fãs por todo o Brasil por meio das alegres canções em estilo sertanejo que só ele e Solimões sabem interpretar. No meio da carreira de sucesso, entre uma turnê e outra, ele diz que  relaxa mesmo quando monta os cavalos quarto de milha, um hobby do qual não abre mão: “A raça é boa na lida com o gado, além disso, é um cavalo ideal para o trabalho, rápido e muito bonito. Montar um quarto de milha ainda ajuda a gente a ficar em forma”, revela. Ele disse que o investimento já se pagou ao longo destes anos pela durabilidade e economia. “Um funcionário dá conta de deixar tudo um brinco, a limpeza é muito fácil, além do que, não fico gastando com a compra de cama de serragem, que anda difícil de encontrar. Agora o que dá gosto mesmo é chegar nas baias e ver os animais limpinhos e satisfeitos, sem nenhum tipo de estresse, ao contrário, a gente percebe que eles apreciam o conforto que o estrado proporciona”.
    Rio Negro
    Dupla sertaneja "Rio Negro e Solimões"
  • Vedovati Pisos Daudt-85x85
    Estamos muito satisfeitos com o uso dos estrados de borracha da Vedovati, trabalhamos com caminhões tri-compartimentados e atende maravilhosamente bem tanto as operações de produtos congelados e resfriados, quanto dos produtos secos. Sem contar a questão de fácil manuseio dos mesmos para higienização, segurança da carga e dos operadores e motoristas nos carregamentos e descarregamentos. Outro fator muito importante, o ótimo atendimento comercial, prazo de entrega dentro do combinado e o pós venda, que hoje é muito importante para a continuidade de uma parceria duradoura. Tenho certeza que vamos fazer ainda muitos negócios com essa empresa. Conheça um pouco mais da GR Daudt no website da empresa: http://www.daudtlogistica.com.br/
  • Canil Gold Fields
    O estrado é muito bom para os cães não terem contato com o piso molhado após a lavagem dos canis e para mante-los aquecidos durante o inverno, principalmente os filhotes. Também é muito fácil de manter limpo em comparação com estrados de madeira que tem tendência a acumular fungos e bactérias.
    Canil Gold Fields
  • Vedovati Pisos dd-85x85
    Meu nome é Fernando Rolim sou médico veterinário, treinador de cavalos e proprietário da Global Equus. Na Global Equus prestamos serviços de hospedagem e treinamento de cavalos para terceiros. Desde janeiro de 2015 estamos utilizando nas cocheiras dos nossos cavalos o piso de borracha vedovati. A necessidade surgiu quando percebi   dois pontos críticos no meu sistema de manejo o primeiro em relação ao custo para obtenção e  descarte  da maravalha o segundo foram lesões na região do jarrete que aconteciam quando meus cavalos se levantavam. Com o piso consegui resolver meus dois problemas, meu custo fixo com a cama dos cavalos abaixou 70 % e as lesões nas regiões dos jarretes foram eliminadas 100 %. Estou muito satisfeito com o Piso de Borracha e recomendo como sendo a melhor opção para camas para cavalos, para quem procura segurança, economia e bem estar.  
    Fernando Rolim
    Global Equus

CONFIRA NOSSOS ARTIGOS

1 de novembro de 2019
Vedovati Pisos MG_5476-min-480x360

[Piso academia 2019] Saiba como resolver problemas com vibrações, ruídos e reclamações de vizinhos na sua academia

Nos últimos anos as academias tem feito um movimento de maior aproximação física com seu público e clientes. Movimento esse feito ao se instalarem em edifícios, prédios comerciais e residenciais, shoppings centers ou mesmo sobre lojas. read more

19 de outubro de 2019
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Vedovati Pisos começa a fornecer o EBV-16 para a Petz

Maior Pet Shop do Brasil fecha parceria com a maior empresa de pisos e tapetes de borracha 

É com grande orgulho, satisfação e alegria que a Equipe Vedovati anuncia o compromisso com o Maior Pet Shop do Brasil. read more

23 de setembro de 2019
Vedovati Pisos pig-1246584_960_720-480x360

Cascos dos suínos: porque é tão importante cuidar da saúde deles

Para ter o melhor desempenho na suinocultura, cuidar de cada detalhe dos animais é essencial. No entanto, os =&0=&costumam ser negligenciados por muitos produtores.

Evidência disto é a alta prevalência de claudicação em matrizes suínas no Brasil. Claudicação é o termo técnico para denominar manqueira (1,2), algo  próximo de 60%, =&1=& (3-5)

Muitos criadores mal se dão conta de que os cascos dos suínos também precisam de cuidados e focam sua atenção em outras áreas como a alimentação e instalações gerais. O que está certo parcialmente, pois negligenciar os cuidados com os cascos é um grande erro e pode causar grandes prejuízos ao produtor e aos animais. 

Prejuízos ao produtor

Financeiramente falando, os custos da claudicação na suinocultura estão associados ao incremento de trabalho, compra de produtos para o tratamento e diminuição na produção. Na Alemanha, Holanda e Estados Unidos se calcula que por cada matriz que claudica, as perdas são de € 37, € 25 e $ 180 respectivamente (3). 

Associado aos custos produtivos, estudos indicam que matrizes que claudicam durante sua gestação possuem menor peso da leitegada ao desmame (6) e maior risco de esmagamento durante a maternidade (7).

Prejuízos aos animais: A saúde e bem-estar animal são comprometidas, já que a claudicação que é produto de mal cuidado dos cascos é uma =&2=&, interferindo no comportamento natural dos animais e ocasionando graves consequências na leitegada em termos de adaptação ao ambiente (8).

Neste artigo, você vai entender porque=&3=& =&0=&é tão importante.

Como os cascos dos suínos podem ser lesionados

Vamos começar a entender a importância de cuidar corretamente dos cascos das suas matrizes e dos reprodutores. Primeiramente, lesões e doenças de casco podem comprometer seriamente sua rentabilidade e você pode estar deixando de lado uma boa quantidade de dinheiro, pense nisso.

Existem diversos fatores que podem causar lesões e doenças nos cascos de matrizes e reprodutores suínos. Um desses fatores é a sua pisada em solos duros e ásperos, seguido dos fatores nutricionais e genéticos. 

Um suíno reprodutor, seja macho ou fêmea, pesa entre 150 a 250 kg. A base de apoio do animal, superfície do pé e casco, é pequena. Mas pode suportar bem o peso do animal quando as condições internas e externas ao animal são adequadas. 

No entanto, em pisos de cimento e concreto, muito comuns na maioria das granjas, o impacto da pisada do animal pode lesionar os cascos. Felizmente, o uso de =&5=& podem facilmente resolver esse problema.

Lesões de casco são classificadas dependendo da região afetada e sua gravidade: crescimento excessivo da unha, rachaduras no calcanhar e na muralha são algumas das mais prevalentes. (4)

Com o tempo, elas causam a claudicação no animal. O que prejudica não só a qualidade de vida e bem-estar do suíno, mas também os indicadores reprodutivos (3).

Como problemas nos cascos dos suínos podem afetar a reprodução de porcos

Matrizes e reprodutores (cachaços) com cascos lesionados tendem a ficar mais tempo deitados e sentados pela dor que gera. O que faz com que se movam menos para tomar água e se alimentarem, levando a redução do consumo de alimento e água. 

Em machos reprodutores, a claudicação pode comprometer a colheita de sêmen. Dependendo da severidade da lesão, o animal pode não conseguir saltar no manequim, sendo necessário a medicação do animal. 

O uso de anti-inflamatório em machos reprodutores, por exemplo, pode comprometer a qualidade do sêmen, diminuindo assim sua fertilidade.

Em leitoas e porcas, essa diminuição no consumo ocasiona perda de peso, mudanças no comportamento social. O risco de infecções urinárias aumenta, elas produzem menos leite e ficam mais sujeitas a problemas reprodutivos.

Dentre os problemas reprodutivos em matrizes se sabe que existe correlação entre problemas de casco e desempenho durante o parto, natimortos, mumificados, esmagados e nascidos vivos (3). 

O esmagamento dos leitões ocorre com maior frequência por conta da maior dificuldade das matrizes em deitar. A =&6=&

26 de agosto de 2019
Vedovati Pisos Cocheira-para-cavalo-480x360

Cocheira para cavalo ideal: camas tradicionais x pisos emborrachados

Escolher a cama adequada para as baias de equinos sempre foi um desafio para quem tem e ou cria cavalos. Além de pensar no conforto e o bem estar do animal quando estiver na cocheira para cavalo, outros pontos precisam ser considerados.

Dentre eles, o custo e a disponibilidade do material para a cama, assim como a manutenção e limpeza das baias dos cavalos

Garantir uma baia limpa, confortável e com uma boa cama é fundamental para manter a saúde e bem-estar do animal. O que é o objetivo é =&0=&.

Neste artigo, trazemos um comparativo entre as =&1=& (maravalha, serragem, areia, cascas de arroz) e as camas de borracha (=&2=&. E mostrar qual delas é a cama ideal em uma =&3=&.

Cama de maravalha

Vamos começar nosso comparativo de =&4=& com a mais tradicional delas, a cama de maravalha.

Baias/cocheiras com maravalha é muito popular em haras e nas hípicas do sul e sudeste, e milhares de criadores e ou apenas proprietários utilizam ao montar uma =&3=&. A maravalha tem como pontos positivos ser macia.

Mas é preciso ficar muito atento a cocheira do cavalo quando se utiliza maravalha ou outros materiais tradicionais. Os cavalos podem afastar a maravalha, assim como os outros materiais de camas tradicionais, para o lado e deitar sobre o contrapiso duro e áspero e ao se levantar machucar os curvilhões.  

Um cenário que pode prejudicar o cavalo, pois ele pode ferir os seus cascos por conta do contato entre a pata e o contrapiso de concreto.

Cama de areia

Outra cama tradicional para cocheiras é a cama feita com contrapiso e forrada com areia.

Ela consiste, geralmente, em uma cama que possui um contrapiso na baia do cavalo com um forro de 30 a 50 cms de areia de rio, muito comum nos estados do nordeste. Um detalhe é que praticamente todos os tipos de camas tradicionais para baias de cavalo são feitos assim.

Um contrapiso de concreto com 30 a 50 cms de cobertura do material específico.

Voltando a cama de areia, ela tem em suas vantagens:

  • Praticamente gratuita (em geral paga-se apenas para o funcionário trocar a areia da baía);
  • Macia e natural para os cavalos deitarem.

No entanto, a cama de areia esconde diversos riscos para os cavalos. 

Um deles é a possibilidade do cavalo ingerir a areia vir a ter =&6=&. Um tipo de cólica que ocorre quando animal acaba ingerindo areia. A areia se deposita, por ação da gravidade, nas partes inferiores do intestino do cavalo, e ela não deslocada posteriormente. 

E isso pode causar dores crônicas assim como tornar a absorção intestinal do cavalo insuficiente.

Além disso, a areia também pode ficar com um cheiro desagradável por conta da absorção de urina e fezes do animal. Juntando moscas e deixando o cavalo desconfortável na cocheira.

Cama de casca de arroz

A palha ou casca de arroz também é um material usado nas camas tradicionais de =&7=&

20 de agosto de 2019
Vedovati Pisos Gestação-coletiva-3-480x360

Gestação Coletiva de Matrizes Suínas: tudo o que você precisa saber

17 de junho de 2019

Claudicação em fêmeas suínas gestantes: conceitos gerais e seu efeito na prole

O suíno, responsável pela maior produção de proteína animal do mundo, é uma espécie de enorme
complexidade em termos comportamentais. Estudos em situações naturais (STOLBA; WOOD-GUSH,
1989) demonstraram que as matrizes e sua prole convivem em grupos, e só se juntam com os machos em temporada de acasalamento. Alguns comportamentos naturais da espécie incluem fuçar, forragear, chafurdar e gerar vínculos amistosos com seus semelhantes. Próximas ao parto as matrizes constroem ninhos que podem alcançar dezenas de quilos de material (feno, galhos, serragem etc.); muitos dos comportamentos são comprometidos pelos sistemas de produção adotados na atualidade.

O sistema de produção suína apresenta enormes desafios para todos os envolvidos, principalmente
para os animais. Um dos desafios que tem chamado a atenção da comunidade que trabalha com esta  espécie, é a claudicação. A claudicação é um evento doloroso que indica dificuldade no andar do animal (coloquialmente chamada de manqueira) atingindo diretamente o bem-estar animal e, por consequência, o bolso do produtor. A claudicação é um motivo de descarte frequente em matrizes suínas, e estudos sugerem que aproximadamente 60% das matrizes se encontram claudicando no Brasil; ou seja, pelo menos quase três milhões de matrizes se encontram em situação de dor (IBGE, 2017). No mundo, as prevalências reportadas estão próximas dos 30% e o custo da claudicação gira em torno dos R$ 200 por matriz (PLUYM et al., 2013).

Sua origem, como em outras espécies, é multifatorial e, dentre os fatores, temos:

– Condições de alojamento inadequadas: muitos animais mantidos em densidades elevadas com
ambiente físico inadequado e alojados com a ausência de enriquecimento ambiental. Todos são fatores determinantes devido às lesões geradas, especialmente, durante e após da mistura de animais;

– Piso: abrasividade excessiva no chão altera negativamente a condição do casco nos suínos,  especialmente durante períodos caracterizados por evidentes mudanças fisiológicas, como a gestação;

– Fatores sanitários e nutricionais: algumas toxinas, deficiências em vitaminas e minerais podem
afetar os ossos, cartilagem articular e qualidade do casco;

– Outros fatores como ausência de casqueamento, atrofia muscular por inatividade excessiva ou seleção genética sem levar em conta os aprumos dos reprodutores, aumentam a probabilidade de desenvolver claudicação.

As consequências da claudicação para o animal compreendem mudanças comportamentais, problemas de saúde e estados emocionais alterados, tudo isto diretamente relacionado com à dor.
Consequências comportamentais importantes incluem a redução da interação social e exploratória,
mudanças no comportamento alimentar e alteração na sequência e tempo para se deitar, com possíveis consequências para mortalidade de leitões. Por fim, as implicações fisiológicas desencadeiam respostas cardiovasculares e liberação de hormônios do estresse como adrenalina, noradrenalina e cortisol.

A dor tem um papel importantíssimo nestas mudanças secundárias geradas pela claudicação. Ela é uma condição desagradável e estressante que tem como ser detectada. Inicialmente, é importante conhecer o comportamento natural da espécie a ser avaliada, pois as primeiras mudanças no animal são de tipo comportamental: diminuição da atividade, maior reatividade ante estímulos estressantes, diminuição no consumo, afastamento do grupo e relutância ao apoio do membro afetado.

Existem metodologias validadas para determinar o grau de claudicação do animal, onde o observador precisa de treinamento prévio para determinar quantitativamente a severidade desta dificuldade  motora. Procedimentos mais complexos usados pela ciência, como medição de hormônios de estresse, podem ser aliados para melhor compreensão dos desafios fisiológicos em que o animal se encontra.

Qual é a relação da dor com o desenvolvimento dos leitões? Ela tem efeito nos leitões que estão se
formando dentro da matriz?

A resposta é sim. Como em todo mamífero, situações de estresse durante a prenhez sem possibilidade de adaptação, geram efeitos negativos no desenvolvimento do feto. Por exemplo, se uma mulher passar por estresse excessivo durante a gestação, e mais especificamente, durante o momento em que o sistema nervoso central do feto está se desenvolvendo, consequências graves podem acontecer. Crianças com dificuldades emocionais, agressividade excessiva, problemas de atenção e memória, são algumas sequelas que o estresse desmedido pode gerar nesse novo ser.

O Centro de Estudos Comparativos em Saúde, Sustentabilidade e Bem-Estar – CECSBE, da Universidade de São Paulo em conjunto com a Universidade de Teramo (Itália), está trabalhando na
identificação destas consequências em leitões vindos de matrizes que claudicaram durante sua gestação.

Em situações normais, os hormônios de estresse, como o cortisol, são inativados na placenta para evitar os possíveis danos ao feto, mas se estes níveis superam a capacidade que a placenta tem para inativar, os hormônios começam a passar de forma livre, alterando estruturas cerebrais em formação, as quais se relacionam com o mencionado anteriormente, memória, cognição, agressão, e inclusive medo.

Resultados preliminares da pesquisa de doutorado em desenvolvimento, mostram que leitões que nascem de fêmeas que claudicam durante sua gestação,são mais agressivos, têm frequências de vocalização diferentes, possivelmente sua sensibilidade à dor se encontra diminuída e apresentam menor peso ao desmame. read more

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